Saio com borboletas na cachola e rio, só. Passarinho entre os cantos onde pouso! Ando longe demais deste chão. Tinta nos lábios, vestido solto, alguma vodka pra adoçar amargosamente a vida, um cigarro e um café quente. Em dias chuvosos como este que me habita. Livros de ficção científica não são bem vindos. Já os de ficção amorosa, adoto.
Largos beiços me atraem! Beijo-os, maciosa e lentamente, até cairmos em tentação de sermos de nós, novamente, em cada encontro das almas, dos corpos e dos gostos.
Suores, calores, tremores, arrepios... nós!
Tememos o que poderá nos cair. Mas, o que podem contra o amor? Medo algum! Vontade de sobra. Ser sua hoje, ser sua amanhã, ser sua de lá em diante.
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