quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Quando deixa de ser sina...

...Sai o fardo e entra a luz! Brilha, recria o aprendiz!
Desnuda a vida e veste-se de canção. A mesma se auto reformula criando novos tons, sons, acordes... dorminhocos acordes.
Acorde!
Saia da sina e viva a dádiva dada na dose diária do existir. Persista na força de criar novos dias brilhantes, saudáveis e salutares. Cores de mercúrio vencido ou encarnado. Mas vivo!
Ausente toda a inquietação do espírito... Leveza na alma do oprimido. Deus na causa, no tempo, na pausa... No sempre.
E quando deixa de ser sina, passa a ser alegre! Vive-se a vida vivendo intensamente, mente intensa, docemente vivenciando uma vida feliz.

[ No momento de intensa busca — na chegada do sorriso por justa causa — Desfaz-se toda sina ]


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