terça-feira, 7 de agosto de 2012

No discurso dos políticos, até Porto Alegre, chora... E o povo crê.

Não pense que sofri uma queda e bati forte com a cabeça no chão, na parede, no calçadão da rodoviária, na asa do avião, nas hélices de algum helicóptero... Nada disso!
Só estava descabelando-me por causa de um susto que tive quando me disseram que nada mais teria solução; o mundo acabará sem perdão, sem pena, sem água, sem fogo... seco e nu.
Contaram-me esta mentira:
— "Hoje estávamos regressando à Porto Alegre, e ela estava chorando."
Como pôde acontecer tal coisa?
Me perguntei por horas e cheguei a tal conclusão: Devia estar chovendo em Porto Alegre.
Na casa de quem sonha, acordar é desespero! O sonho se finda ao abrir dos olhos, e a lagrima escorre com a decepção de não conclusão da ilusão.
• Ilusão, eluir, iludir...
Há mil e uma alternativas para fazer valer alguma palavra! Nestes tempos Politicais, discorrem-se sobre como melhorar tudo fazendo nada. E nada! E parece que bateram com a cabeça no chão, na parede, no calçadão da rodoviária, na asa do avião, nas hélices de algum helicóptero... Nada disso!
E o povo continua acreditando, até quando dizem:
— "Hoje estávamos regressando à Porto Alegre, e ela estava chorando."
Ainda assim, temos a obrigação nas costas de exercer nossa cidadania. Mas convido-os a exercê-la com mais responsabilidade e caráter.

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